sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Confusão em manifestação de servidores estaduais


Confronto entre policiais militares e servidores estaduais, durante um protesto na capital. Depois de muito bate-boca, os manifestantes conseguiram chegar ao Palácio da Liberdade.

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quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Manifestação deixa trânsito lento no centro de Belo Horizonte

fonte: Globominas

Servidores públicos estaduais saíram da Praça Afonso Arinos e seguem em direção ao Palácio da Liberdade

Terminou, por volta das 17h desta quinta-feira, a manifestação dos servidores públicos estaduais, na região central de Belo Horizonte. Segundo a Polícia Militar (PM), o grupo saiu da Praça Afonso Arinos e seguiu pela Rua da Bahia até o Palácio da Liberdade. O trânsito ficou lento.

Cerca de 800 pessoas participaram da passeata. Agentes da Empresa de Transporte e Trânsito de Belo Horizonte (BHTrans) informaram os motoristas sobre os desvios. Segundo o Sindicato dos Servidores Estaduais, o protesto foi para cobrar do governo reposições salariais e um novo plano de carreira.

Protesto de servidores tem reflexos no trânsito em BH

fonte: uai

Os servidores estaduais da saúde e da educação fazem manifestação na tarde desta quinta-feira em Belo Horizonte. Os trabalhadores reivindicam reposicionamento da carreira do funcionalismo e reajuste salarial.

Cerca de 100 servidores partiram da Praça Sete no início da tarde e caminharam em passeata até o Palácio da Liberdade, na praça de mesmo nome. Eles alegam que o reposicionamento da carreira já foi sancionado pelo Governo Federal e ainda não implantado.

A BHTrans informa que o trânsito foi alterado em consequência do protesto. A passagem está interditada para motoristas que chegam da Avenida Cristóvão Colombo, no bairro Funcionários, Região Centro-Sul, em direção à Avenida Bias Fortes.

Escala mínima

Por causa do protesto desta quinta, os servidores estão trabalhando em escala mínima, segundo o Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público de Minas.

De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público de Minas, a adesão ao protesto se estende a cidades do interior. Levantamento do sindicato mostra que em Montes Claros, no Norte do estado, 60% das escolas estão paradas, em Alfenas, Baependi e Caxambu, no Sul, as maiores escolas estaduais estão com paralisação total.

Ainda segundo o sindicato, os servidores da saúde também atendem em escala mínima.

Pronunciamento

A assessoria de comunicação do Governo de Minas informou que mantém diálogo permanente com as classes sindicais e concede benefícios significativos desde 2005. Nos últimos meses, foram realizadas nove reuniões para a discussão de propostas relativas a questões salariais e condições de trabalho.

Em relação ao reposicionamento por tempo de serviço e a reivindicação por melhores salários, o Governo alega que não pode ultrapassar os limites de despesa estabelecidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal. A queda na arrecadação tributária em Minas Gerais, decorrente da crise financeira mundial, impediria a concessão de aumentos salariais. As promoções e progressões na carreira também trariam impactos proibitivos para o Governo.

(Com informações de Otavio Oliveira/Portal Uai e Juscelino Ferreira/TV Alterosa)

Funcionalismo público de Minas Gerais está parado nesta quinta-feira

fonte: O Globo

Os trabalhadores públicos do estado organizam uma manifestação, nesta quinta-feira, para reivindicar questões relacionadas ao reposicionamento da carreira do funcionalismo. A concentração terá início às 13h, na Praça Afonso Arinos, no centro de Belo Horizonte.

Setores como educação e saúde aderiram ao movimento e funcionários de órgãos como a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), a Fundação Ezequiel Dias (Funed) e o Hemominas confirmaram presença no evento, ao qual se unirão também os hemocentros de Montes Claros e de Divinópolis.

Os serviços básicos serão mantidos em escala mínima, com 30% de atendimento. Os manifestantes intentam seguir até a Praça da Liberdade numa passeata que deve ter duração de cerca de duas horas.

A categoria propõe uma correção na proposta realizada pelo governo estadual recentemente. O estado sugeriu reposicionar os trabalhadores que contariam cinco anos de serviço para a progressão e dois anos para a promoção por escolaridade. Os sindicatos do funcionalismo não aceitaram a resolução e protestam pela metade do tempo para a contagem, sendo dois anos e meio para o tempo de serviço e a promoção por escolaridade a cada ano.

Os trabalhadores aproveitam o ato para reivindicar outras demandas. A área da saúde, por exemplo, solicita um aumento de salário de 40%, além da manutenção de vales-transporte e alimentação e o pagamento do prêmio de produtividade para todos os trabalhadores.