SEE-MG: Minas avanSSa RSS de postagens RSS de comentários
Mostrando postagens com marcador #2009/04/07. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador #2009/04/07. Mostrar todas as postagens

domingo, 26 de abril de 2009

Funcionários da Superintendência de Ensino ensaiam paralisação

Os funcionános da Superintendência Regional de Ensino de Manhuaçu estão dispostos a lutar e até paralisação está sendo discutida.

por Eduardo Satil

Baixo salário e desvalorização têm sido as principais reclamações dos funcionários da Superintendência Regional de Ensino. Para demonstrar a insatisfação, eles se organizaram na manhã na última terça-feira, com faixas e usando colete preto com os dizeres "choque de gestão", realizaram uma manifestação em frente ao local de trabalho, para chamar a atenção de quem passava pela Rua Amaral Franco.

De acordo com os servidores, tentativa para conversação para chegar a um acordo e buscar melhor salário já aconteceu. Segundo os manifestantes, o tempo se arrasta no sentido de sensibilizar a Secretária de Estado da Educação, quanto à defasagem salarial e servidores sobrecarregados.

Mas nenhuma resposta até hoje foi dada ela Secretaria de Educação. Das 48 Superintendências Regionais de Ensino existentes no Estado, cerca de 41 já assinalaram que estão prontas para uma paralisação e manifestação em Belo Horizonte. Há mais de nove anos, os profissionais lutam por aumento salarial e não conseguem atingir o que almejam.

Para o analista em educação, Gessé Antônio de Souza, o manifesto foi um ato de demonstrar que a educação está cada dia pior. Segundo ele, na Superintendência Regional de Ensino de Manhuaçu, há funcionários que não estão suportando o acúmulo de serviço e a má remuneração está levando alguns a adoecerem. Com isso, há o comprometimento da qualidade na educação.

Os servidores reclamam da falta de sensibilidade por porte dos responsáveis pela educação no Estado, e é necessário que a população saiba da situação. "Existe ainda a situação de contratação de terceirizados para prestar serviço à educação, o que causa insatisfação e não fica convincente com a realidade do setor", explica Gessé Antônio de Souza.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Manifestação SREs

fonte: YouTube


Este vídeo é uma homenagem a todos que uniram forças para lutar por sua dignidade no dia 07 de abril de 2009.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Servidores protestam por melhores salários


Quase 50 servidores técnicos e analistas da Educação realizaram um manifesto em São João del-Rei, no último dia 7. A categoria quer, entre outras reivindicações, uma equiparação salarial com os funcionários da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão de Minas Gerais (Seplag). “De todas as pastas do Governo Estadual, os servidores da Educação são os que têm a menor faixa de remuneração”, afirmou o analista da área educacional da Superintendência Regional de Ensino (SRE), Heber Santos Pereira.

De acordo com o analista, no dia do protesto, 44 SRE’s pararam em todo o Estado, em alguns locais durante todo o dia e, em outros, como nesta cidade, por três horas. Heber Pereira explicou que o Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público do Estado de Minas Gerais (Sindpúblicos) decidiu, durante assembleia em março deste ano, que os funcionários da Educação irão paralisar todo quinto dia útil do mês. A próxima paralisação está marcada para o dia 8 de maio.

Para Heber Pereira, o movimento cresceu bastante dentro de Minas Gerais, com adesão de muitos órgãos. “Em São João del-Rei eu considero que o primeiro manifesto teve êxito, ao chamar a atenção da sociedade para o nosso problema”, avaliou.


Reivindicações

Além do aumento salarial, os servidores da Educação pedem que o Plano de Carreira seja cumprido, como a progressão por tempo de serviço e a promoção por escolaridade. “Atualmente, um funcionário que tem, por exemplo, um ano de carreira, ganha o mesmo que um trabalhador público que presta serviço há 20 anos”, detalhou Heber Pereira. E acrescentou: “Em fevereiro de 2008, entregamos uma pauta de solicitações à Secretaria de Estado de Educação e nada foi atendido. A Secretaria afirmou que está estudando as propostas”.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Luta por reajuste salarial

fonte: JF Hoje
por Lidiane Souza

Em 2001, o Governo de Minas abriu concurso para técnico da Educação. Segundo edital, os aprovados passariam a trabalhar em setores administrativos ligados à Secretaria e às Superintendências Regionais de Ensino, ganhando salário-base de R$ 660. Quatro anos depois, outro processo seletivo foi realizado para completar vagas ociosas. O novo edital previa as mesmas funções, a mesma carga horária e o mesmo salário. De acordo com representantes da categoria, atualmente, além de não terem recebido reajuste no vencimento básico, ainda perderam benefícios como pode ser observado nos contracheques abaixo.

Janeiro de 2003


Março de 2009

(clique nos contracheques para visualizar a imagem em tamanho maior)

Conforme a reprodução dos documentos, em 2003, apesar de o concurso ter anunciado que o piso dos novos efetivos seria de R$ 660, o vencimento básico era de R$ 449,10. No entanto, o funcionário tinha benefícios, como auxílio refeição, que faziam com que o valor chegasse a R$ 740, sem os descontos de assistência previdenciária. No total, o servidor recebia R$ 646,28 no final do mês. O contracheque apresentado é de janeiro de 2003, quando o salário mínimo era de R$ 200. Em abril daquele mesmo ano, passou a ser R$ 240.

Na análise do último contracheque recebido pela categoria é possível observar como o salário dos servidores está defasado em relação ao mínimo atual. No item vencimento básico, passou a figurar o valor de R$ 660. No entanto, a listagem de benefícios foi reduzida para apenas o auxílio transporte. No total das vantagens, passaram a receber R$ 690.

No documento apresentado à equipe de reportagem do JF HOJE, é possível observar que o servidor filiou-se ao Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público do Estado de Minas Gerais (Sindpúblicos-MG), gerando descontos (R$ 28,60) além daqueles com a Previdência. Mas, mesmo que os valores destinados à entidade não tivessem sido descontados, o total recebido está abaixo do vencimento de janeiro de 2003. Aqueles que não pagam tiveram depositados R$ 596,28. Vale lembrar que, desde fevereiro deste ano, o salário mínimo é deR$ 465.

A reivindicação da categoria é que o salário base dos técnicos passe a ser de R$ 1 mil.

AUXÍLIO TRANSPORTE
Outro ponto que a categoria chama a atenção é para o valor do auxílio transporte. Como pode ser observado nos contracheques, desde 2003 os servidores recebem R$ 30 mensalmente para se deslocarem ao serviço. Se tomarmos por base 20 dias de trabalho em um mês, eles ganham R$1,50 por dia para pagarem as passagens de ônibus.

Em 2003, o valor era insuficiente para as duas tarifas em Juiz de Fora, já que o valor de cada uma delas era de R$ 1,10. Hoje, com o valor recebido diariamente pela categoria, é impossível pagar sequer uma passagem, que custa R$ 1,55.

Na pauta de reivindicações ainda estão a concessão de promoção por escolaridade adicional automática a todos aqueles que concluírem graduação e posicionamento por tempo de serviço.

MANIFESTAÇÃO
No último dia 7, os servidores foram para as ruas mostrar a insatisfação com a falta de reajuste, já que o Governo teria alegado que, este ano, não concederia aumento por causa da crise econômica mundial. Em Juiz de Fora, cerca de 30 pessoas foram para a esquina das avenidas Brasil e Rio Branco, no Manoel Honório, e "deram seu recado" com faixas pedindo a valorização da categoria. Durante a manifestação, alguns colocaram "nariz de palhaço" e usaram apitos e buzinas para chamar atenção de quem passava pelo local.
Desde março, os servidores técnicos da Educação estão realizando protestos pacíficos em mais de 40 cidades do Estado. Eles escolheram o quinto dia útil do mês para fazer as manifestações, na data em que recebem o pagamento.

— Se não negociarem com a gente, continuaremos parando as atividades e vindo para as ruas mostrar nossa insatisfação — disse o técnico da Educação Paulo Henrique Ramos, durante a manifestação.

O OUTRO LADO
A Secretaria de Estado da Educação declarou, em nota, que, em 2006, concedeu correção salarial de 15,5% a 57,2% para os servidores do quadro administrativo. O órgão ainda ressalta que legislação aprovada em 2004 equiparou as tabelas de vencimento básico das carreiras de analista educacional e assistente técnico educacional, de acordo com nível de escolaridade.



quarta-feira, 8 de abril de 2009

Servidores da Educação em SSP realizam protesto contra o governo de Minas


Categoria reivindica melhores salários e plano de carreira.

por Roberto Nogueira

A manifestação foi realizada na manhã desta terça-feira e denúncia a situação dos servidores da educação em Minas Gerais que desde 2001 estão sem reajuste salarial.

A representante do Sindicato dos Servidores Públicos, Aline Rezende Machado, comenta que em todo o estado servidores das 43 Superintendências Regionais de Minas também realizam o mesmo ato em função de melhores condições para o setor.

Além de reajuste salarial, a categoria também reivindica um plano de cargos entre outras melhorias.

Outra crítica é direcionada diretamente a Aécio Neves. Os servidores acusam o governo de usar a educação para se promover administrativamente, mas se esquece de dar condições adequadas para que o setor funcione adequadamente.

A representante do Sindicato destaca ainda que as manifestações que ocorrem desde o mês passado voltarão a ocorrer futuramente e com mais força até que o governo se sensibilize e conceda as melhorias pleiteadas.

Servidores da Educação Protestam

fonte: JF Hoje

Com camisas pretas, representando luto, faixas, apitos e gritos de protestos os servidores administrativos vinculados à Secretaria de Estado da Educação realizaram manifestação, ontem, no cruzamento das avenidas Brasil e Rio Branco. Eles alegam que há sete anos não recebem reajuste salarial e a Secretaria está irredutível nas negociações.

— Este já é o segundo protesto que realizamos este ano. E continuaremos fazendo em todo quinto dia útil até que o Governo resolva nossa situação — explicou o técnico de Educação, Paulo Henrique Ramos.

Segundo os profissionais, em 2002, eles recebiam R$ 660, o que equivalia a três salários mínimos. Como não houve reajuste neste período, comprovado por contracheques, atualmente a remuneração corresponde a um salário e meio.

— Eles alegaram que a crise prejudicou as contas do Governo que, por essa razão, já anunciou que não irá conceder aumento. Agora, somos prejudicados por causa disso — revoltou-se o servidor.

COMISSIONADOS
Nem todos os trabalhadores do setor puderam participar da manifestação. Isso porque, segundo os organizadores, a Superintendência Regional de Ensino recebeu orientação de que os comissionados que participassem do protesto iriam perder suas gratificações.

A Secretaria de Educação alega que, em 2006, concedeu reajuste, que variou de 15,5% e 57,2% para os servidores do quadro administrativo.



Manifestação da Educação em todo o Estado

Os Técnicos e Analistas da Educação que trabalham em Belo Horizonte, se reuniram em frente à Metropolitana B, na Av. Pedro II, na Capital, no dia 07 de abril de 2009, dia em que outras 40 SRE´s também pararam suas atividades e foram às ruas de suas cidades manifestarem contra o salário de miséria que hoje recebem esses servidores.

Na capital, estiveram presentes cerca de 200 servidores que reivindicavam, além do aumento salarial, que hoje está próximo do salário mínimo, cumprimento por parte da Secretaria de Educação a pauta de reivindicações encaminhada pelo Sindicato.

Os manifestantes pararam a Av. Pedro II, causando um grande congestionamento e visibilidade. A imprensa esteve presente, tanto a televisão, quanto rádio e jornal impresso, o que causará um grande mal estar no governo e certamente trará bons frutos às negociações.

No restante do Estado algumas SRE´s pararam o dia todo enquanto outras pararam meio horário e todas as que participaram do movimento fizeram manifestações. O sucesso dessa paralisação/manifestação conjunta prova o quanto os servidores administrativos da Educação estão mobilizados e prontos para a greve!

Servidores fazem manifestação

Cerca de 40 servidores administrativos da Superintendência Regional de Ensino promoveram na manhã de ontem, no centro de Uberaba, uma manifestação para reivindicar a recomposição salarial da categoria, que não acontece há sete anos, bem como a regularização da tabela de salários e a realização de concurso público.

O objetivo, segundo Andreza Araújo Coelho, delegada regional do Sindipublicos, sindicato da categoria, é chamar a atenção da população e, principalmente, do governo estadual para as necessidades dos servidores. “No sábado, estivemos com o vice-governador, quando entregamos uma série de documentos a respeito do assunto. No entanto, não existe nenhuma negociação, já que eles [o Governo] ainda não se posicionaram”, disse Andreza.

A paralisação de ontem aconteceu apenas do período da manhã, terminando às 11h, quando os servidores retornaram ao trabalho. A ideia, segundo Andreza, é promover um ato semelhante todo 5º dia útil de cada mês até que a situação seja discutida e solucionada.

terça-feira, 7 de abril de 2009

Contra Aécio e na luta pelo salário congelado


Funcionários públicos administrativos da educação em Minas Gerais participaram de paralisação de um dia hoje na capital e em todas as cidades sedes de regionais de ensino.

Ao todo, foram 46 Superintendências Regionais de Educação o ponto de partida de trabalhadores efetivos, que há 12 anos estão sem reajustes salariais.

Essa foi a segunda vez na história da S.R.E. de Teófilo Otoni, que os funcionários do setor administrativo interromperam o trabalho em luta por melhores condições, afirmam os organizadores do evento.

O protesto foi concentrado na Praça Tiradentes, no centro de Teófilo Otoni, onde Rosária Ribeiro Schapper explicou outros detalhes do movimento.

“Temos que lutar por nossos direitos, há seis anos começou a implantação do Plano de Carreira, mas somente aos pedaços. O salário continua congelado, mas as cobranças do governo...Ah! Essas cada dia estão mais atuais e pesadas sobre nossos ombros”, comentou a manifestante

Servidores da educação fazem manifestação

fonte: MG-TV

Servidores estaduais de Educação fizeram uma manifestação, nesta manhã, na capital. Eles se reuniram em frente a uma das unidades da Secretaria de Estado da Educação, na Avenida Pedro II, bairro Padre Eustáquio.

Eles se reuniram em frente a uma das unidades da Secretaria de Estado da Educação, na Avenida Pedro II, bairro Padre Eustáquio. Com apitos e faixas, os servidores protestavam, reclamando de defasagem salarial dos cargos de analista educacional, assistente técnico e assistente de educação. Uma faixa da pista ficou interditada no sentido Anel Rodoviário.




( clique no play para assistir o vídeo acima)


Nossa equipe entrou em contato com a assessoria da Secretaria de Estado de Educação, mas ainda não recebemos a resposta.

Funcionários da educação manifestam contra salários baixos

fonte: Fato Real

Funcionários da 8ª Superintendência Regional de Ensino voltaram a manifestar publicamente nesta terça-feira 07/04 a insatisfação com o Governo do Estado em relação ao não cumprimento de acordos feitos com a Secretaria de Educação para melhorias salariais.

Desta vez a manifestação ocorreu em frente à agência do Banco do Brasil no centro de Lafaiete. No mês passado a manifestação foi na própria superintendência. A diferença é que em março os funcionários trabalharam sob protesto, vestidos de vermelho e desta vez eles fizeram uma paralisação.

Acordo não cumprido

Os servidores do Estado que trabalham na área administrativa da educação do estado afirmam que há meses tentam uma negociação salarial, mas sem sucesso.

De acordo Mônica Maria Gonçalves Martins, representante do Sindpúblicos, sindicato que representa a categoria, a cobrança é pelo cumprimento de acordos feitos com a secretaria de educação para melhorias salariais, que não foram cumpridos. “Agora até a crise já é pretexto para não atender nossas reivindicações,” afirmou um participante da manifestação.

No panfleto distribuído pelos manifestantes está uma lista de situações denunciadas pelos servidores. Entre eles:


* Não realização de concurso público para a SRE e não autorização de contratação de novos servidores.
* Servidores terceirizados que trabalham 6h diárias recebem mais que servidores efetivos que trabalham 8h diárias.
* Pagamento desigual para funções idênticas.
* Técnicos de nível médio recebem 1,4 salários mínimos por 8h de trabalho.
* Técnicos de nível superior recebem 2,5 salários mínimos por 8h de trabalho.
Outras ações

As manifestações dos servidores devem continuar, já que eles não enxergam em curto prazo uma resposta positiva do Governo.

A paralisação sempre no quinto dia útil de cada mês deve se repetir.

Um outdoor deverá ser colocado às margens da BR 040 chamando a atenção para a situação salarial dos servidores que trabalham na área administrativa da educação, incluindo os ajudantes de serviços gerais e auxiliares de secretarias.



Servidores administrativos da Educação fazem nova manifestação

fonte: Unaínet

Unaí, 07 de abril de 2009 - Aconteceu hoje em Unaí e em várias cidades do estado de Minas Gerais, que são sedes de Superintendências Regionais de Ensino, mais uma manifestação para reivindicar melhores condições salariais para os servidores públicos do quadro administrativo da educação.

Essas manifestações visam levar ao conhecimento da população o total quadro de abandono que vivem estes servidores que lutam para ter uma remuneração condizente com sua formação profissional. Hoje o servidor ocupante de cargo nível médio técnico está recebendo como remuneração 1,07salário mínimo. Só para ser ter uma idéia, em 2001 o salário dos cargos de nível técnico equivaliam a 3,3 salários mínimos, assim dá para perceber o tamanho da defasagem salarial que vivemos atualmente.

Neste dia recebemos a adesão de técnicos administrativos que trabalham nas secretarias das escolas estaduais. Estes profissionais também estão sendo prejudicados pela política remuneratória do governo de Minas Gerais, pois lhes prometeram uma equiparação com os cargos de nível técnico das SREs e nunca cumpriram.

Esta manifestação também tem como meta cobrar de nossos representantes políticos a instalação da Superintendência Regional de Ensino em Unaí, uma vez que esta já foi criada a tempos pela Lei 16.462/06, e até hoje ainda não saiu do papel.

Somente com a valorização profissional dos servidores da educação, com ou sem "crise", Minas continuará avançando.

Paralisação na Superintendência Regional de Ensino


fonte: INTERTV

A superintendência Regional de Ensino, hoje está de salas vazias. Os computadores, desligados. Ninguém atendeu os telefones nessa terça-feira. O dia de trabalho virou uma manifestação dos servidores administrativos do estado. movimento mesmo só nos corredores do prédio.

O funcionário público Rui Martins fal que que se as reividicações não forem atendidas, uma greve geral pode acontecer nos próximo dias.

Marco Aurélio espera o adicional por escolaridade desde 2006. o analista educacional fez uma pós graduação que daria a ele cerca de R$ 300 a mais no contracheque. Ele diz que fica chateado, pois se esforça para se qualificar, e o governo não faz a parte dele.

Essa é a segunda paralisação no ano. Se não houver acordo, os servidores dizem que o movimento continua, sempre no 5º dia útil de cada mês, até que as reivindicações sejam atendidas, ou então o sindicato defina uma greve geral.

o coordenador Eduardo Sérgio diz afirma que as negociações começaram em 2008 e até hoje não houve definição. ele diz também que nesse mês, das 46 Superintendencias do estado, 41 aderiram ao movimento.

Segundo a assessoria de comunicação da Secretaria Estadual de Educação, as reivindicações apresentadas estão sendo avaliadas pelo Governo de Minas com a participação dos representantes dos servidores.

Servidores da Educação de Paraíso protestam contra baixos salários


fonte: Jornal do Sudoeste

Técnicos e Analistas da Educação que trabalham em São Sebastião do Paraíso se reuniram ontem em frente ao Edifício Ouro Verde, prédio onde funciona a 35ª Superintendência Regional de Ensino e fizeram um manifesto público. Esta é a segunda manifestação da categoria que denuncia os baixos salários e critica o Governo do Estado pela política adota com o setor. As manifestações tendem a prosseguir caso não haja a sensibilização do governador Aécio Neves.
Trabalhadores do setor de Educação do estado vêm demonstrando insatisfação com a política salarial da categoria. Entre as ações que desenvolveram para denunciar a situação estão manifestações como as que ocorreram em 6 de março. Em Paraíso os servidores fizeram uma manifestação em frente ao prédio onde funciona a Diretoria Regional de Ensino. Com roupas pretas, alguns com nariz de palhaço e cartazes e faixas eles demonstraram o descontentamento com o governo com gritos e palavras de ordem bradavam contra o descaso para com o setor.
O protesto reuniu cerca de 50 manifestantes que a partir das 09:30h se reuniram em frente ao prédio ao funciona a Superintendência Regional de Ensino, do Estado. Em seguida os manifestantes fizeram uma caminhada pelo centro da cidade e foram parar em frente a agência do Banco do Brasil, na Praça Comendador José Honório. “Isso é para mostrar para a população a maneira como a educação e os educadores são tratados aqui em Minas. Estamos sem reajuste de salários efetivo nos vencimentos básicos há 9 anos”, informa Aline Rezende Machado representante do SindPúblicos (Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público do Estado de Minas Gerais).
De acordo com Aline a categoria não vai permitir que Aécio faça marketing com a Educação. “Nós estamos denunciando a toda a população a situação que nos encontramos e é bom que todos saibam o que na verdade o que se passa em Minas”, relata. Em Belo Horizonte o SindPúblicos solicitou uma audiência na Assembléia Legislativa para discutir o assunto.
Caso não consigam êxito junto aos deputados e também não sensibilizem o governador Aécio Neves novos manifestos serão realizados. Segundo os manifestantes estes protestos vão acontecer mensalmente em todo quinto dia útil de cada mês que está sendo chamado de “Dia do Descaso”. Em toda Minas Gerais o protesto reuniu servidores das 43 diretorias regionais de ensino.

Funcionários da 38ª SRE explicam os motivos da recente paralisação




fonte: Programa Conexão Diária

Manifestação SRE Almenara

Superintendência Regional de Ensino de
Almenara



Manifestação SRE Guanhães

Superintendência Regional de Ensino de
Guanhães



Manifestação SRE Juiz de Fora