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sábado, 9 de maio de 2009

Pela terceira vez servidores reivindicam reajuste salarial


Ocorreu ontem, pelo terceiro mês consecutivo, a paralisação no 5º dia útil do mês realizada pelos servidores administrativos da educação, para que haja o cumprimento do acordo salarial.

A ultima paralisação que ocorreu do dia 07 de abril, na qual os servidores administrativos da educação realizaram a segunda paralisação na porta da Superintendência Regional da Educação (SRE) em Divinópolis. A reivindicação é para que o acordo salarial realizado em novembro do ano passado seja cumprido, e enquanto isto não acontece os servidores continuariam a fazer as paralisações do 5° dia útil de cada mês ou pode ocorrer até mesmo uma greve.

Pelo terceiro mês seguido, cerca de 120 servidores aderiram a paralisação ontem (08) e aproximadamente 60 pessoas protestaram em frente a Superintendência Regional de Ensino, para a realização do acordo prestado no ano passado. Uma audiência pode acontecer na semana que vem, que discutirá este assunto.

De acordo Orlando Gouveia, assistente técnico educacional, enquanto este quadro não mudar de rumo, os servidores continuarão a fazer as paralisações no 5° dia dos meses e afirmou que o movimento pode sim, aderir a greve caso nada seja regularizado.

“No dia 8 de junho haverá uma passeata em Belo Horizonte e caso esta movimentação não cause nenhum retorno, nós iremos aderir a greve”, confirma Orlando.

Segundo informações da Secretaria de Estado de Educação, 38 das 45 Superintendências Regionais da Educação (SRE) estão envolvidas no movimento. “Somos por volta de 45, é praticamente a totalidade. O descontentamento é total e geral”, afirma o assistente técnico educacional.

Os servidores administrativos entregaram panfletos justificando a paralisação a que estão aderindo e explicam o porque da manifestação.

O assistente educacional afirmou que deputados da cidade estão representando a SER nas reuniões do estado.

A declaração feita pela SRE é de que as reivindicações são necessárias para que tenham condições de continuar a dar assistência básica a família como, alimentação, saúde, lazer e moradia em conformidade a Constituição federal, Art. 6°. E ressaltam em um de seus panfletos que este artigo é a motivação para atingir suas metas e objetivos.

“Minas avança e nós somos muito orgulhosos por isso. Antes de ser servidor público, somos cidadãos mineiros, mas para ela avançar ainda mais não precisa pisotear no servidor administrativo da educação, não precisa desvalorizar, mentir e desrespeitar, é simplesmente nos acolher, nos valorizar que Minas vai avançar muito mais”. Com estas palavras Orlando concluiu seu depoimento feito na ultima manifestação dos SRE’s, ontem.

sexta-feira, 6 de março de 2009

Servidores administrativos da Superintendência Regional de Ensino fazem paralisação



As reivindicações são por melhores condições de trabalho, aumento de salário e auxílio transporte



Começou hoje uma forma de protesto dos servidores administrativos da Superintendência Regional de Ensino – SRE de Divinópolis. Analistas e técnicos da educação se encontram parcialmente paralisados, nem todos aderiram à manifestação.

Alguns servidores estiveram, hoje (06), na porta do prédio, onde fizeram uma manifestação pela manhã. A paralisação é pela exigência de melhores salários e condições de trabalho, além do aumento da quantia recebida como auxílio transporte que atualmente é de R$1,50 por dia, que não equivale nem mesmo a um vale transporte, em Divinópolis.

Suelem Cristina Fideles está se formando em Ciências Biológicas e foi, hoje, à Superintendência para se registrar para dar aula. A licença para lecionar não pôde ser retirada porque vários profissionais da área administrativa não trabalharam hoje.

Edson Gonçalves Ferreira, assessor de imprensa comunicação e gabinete da SER é um dos funcionários que trabalharam hoje, ele explica que foi concursado como professor e, por isso, a paralisação ou os resultados dela não interferirão em sua carreira.

Ferreira concorda, no entanto, que as condições de trabalho não são das melhores, “os computadores estão antigos, a salas são muito quentes”, exemplifica. O assessor também explicou que algumas melhorias já estão por vir. Um novo prédio na rua Sta Catarina foi doado pelo estado para a sede da Superintendência e o projeto está no Departamento de obras do estado para a adaptação do prédio que foi projetado para residências.

As providencias, de acordo com Ferreira, estão sendo tomadas pela professora Vera Lúcia Soares Prado, que assumiu dia 02 deste mês como nova Superintendente Regional de Ensino e já esteve em Belho Horizonte para articular a mudança de sede.

Servidores da Educação do Estado paralisam atividades

fonte: MG-TV

Os servidores do estado que trabalham na àrea administrativa da educação do estado cruzaram os braços na manhã de desta sexta-feira (6). Entre as reivindicaçãos dos servidores está a liberação do aumento dos salários autorizada no ano passado e que até agora não foi liberada.


Na porta da Superintendência, em Divinópolis, faixas de protesto. Cerca de 100 funcionários aderiram ao movimento, que segundo os servidores, foi motivado pelo não cumprimento de um acordo firmado em novembro do ano passado.

Além da equiparação salarial, os funcionários reivindicam aumento do valor do vale transporte, atualmente de R$1,50 por dia. Caso os pedidos sejam negados, existe a possibilidade de nova paralisação. Com os trabalhadores parados, vários serviços ficam suspensos.

A paralisação atingiu as 45 superintendências do estado. A regional de Divinópolis, atende 30 municípios, as aulas nestas cidades não foram atingidas. Já que a manifestação envolve apenas o servidores administrativos da educação.

Triângulo Mineiro

No Triângulo os servidores também cruzaram os braços. Uberaba é responsável por 25 municípios de sua região. Em Uberlândia, cerca de 150 funcionários cruzaram os braços.

Juiz de Fora

Em Juiz de Fora os manifestantes usaram apitos, faixas e nariz de palhaço. Os funcionários da Secretaria Estadual de Educação reivindicam correção salarial. O contra-cheque de um servidor mostra que o salário base se manteve nos últimos sete anos, mas o líquido diminuiu. De R$648 para R$593,28.