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segunda-feira, 1 de junho de 2009

5 de junho

fonte: Wikipédia
Eventos históricos ocorridos no dia 8 de maio:

1933 - Fundação de Brazlândia, cidade satélite de Brasília.

1944 - Segunda Guerra Mundial: Mais de mil bombardeiros britânicos largam 5000 toneladas de bombas nas baterias costeiras alemãs na Normandia, em preparação para o Dia D.

1947 - Na Universidade de Harvard, George Marshall apresenta o "Plano Marshall" de ajuda aos países europeus afectados pela Segunda Guerra Mundial.

1958- Fundação de Taguatinga, cidade satélite de Brasília.

1967 - Início da Guerra dos Seis Dias entre Israel e os estados árabes do Egito, Síria e Jordânia.

1983 - Vai ao ar pela primeira vez a TV Manchete.

1989 - Um jovem desarmado desafiou o poderio chinês barrando a passagem de vários tanques de guerra durante o Protesto na Praça da Paz Celestial (Tiananmen).

1995 - Primeira obtenção do condensado de Bose-Einstein.

2006 - O Parlamento da Sérvia proclama independência, dissolvendo a Sérvia e Montenegro.

2009 - ???

sábado, 30 de maio de 2009

A "Disneylândia" de Aécio Neves

fonte: Época
por Ricardo Mendonça

Choque de gestão? Déficit zero? Esqueça. A nova marca do governador mineiro Aécio Neves é um palácio flutuante de Niemeyer num centro administrativo de R$ 1,2 bilhão. Conheça o projeto e faça um passeio virtual pela obra.

MONUMENTAL
Vista das obras da Cidade Administrativa, que vai reunir o palácio do governo e todas as secretarias mineiras

Em dezembro, a um ano do fim de seu segundo mandato, o governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), deverá inaugurar a maior, mais cara e mais ousada edificação da história de Minas: um majestoso palácio governamental suspenso dentro de um complexo estatal que reunirá, em mais dois megaedifícios, as 18 secretarias de Estado e outros 33 órgãos da administração. Tudo projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, de 101 anos (confira ao final do texto um "passeio virtual" pela obra, em que é possível conhecer detalhes da construção).

Estimado originalmente em R$ 500 milhões pelo governador, as obras da Cidade Administrativa de Minas Gerais já estão orçadas em R$ 1,2 bilhão. Daria para fazer quatro hospitais como o Instituto do Câncer de São Paulo (antigo Instituto da Mulher), considerado o maior dessa especialização na América Latina, com 474 leitos. E ainda sobrariam R$ 120 milhões. Além do preço, a Cidade Administrativa impressiona pelo tamanho, pela arquitetura e pela velocidade com que está sendo erguida. A área total do complexo é de 804 mil metros quadrados, o equivale a 97 campos de futebol como o do Maracanã. Quando estiver em pleno funcionamento, no fim de 2010, deverá abrigar 20 mil funcionários e receber, diariamente, cerca de 10 mil visitantes. Se fosse uma cidade real com essa população, seria maior que 82% dos municípios brasileiros.

Assim que tudo estiver pronto, no segundo semestre de 2010, os mineiros poderão pleitear uma citação no livro dos recordes para o palácio do governador. O prédio, segundo o escritório de Niemeyer, terá o maior vão livre em concreto suspenso da história da arquitetura: 147,5 metros de comprimento, o dobro do vão-livre do Masp, em São Paulo.
Apesar da crise, o canteiro de obras está a pleno vapor. Com 4.800 operários trabalhando simultaneamente, a construção atingiu seu pico de atividade em maio. Os engenehiros gostam de repetir que se trata da “maior edificação em andamento em toda a América Latina”.
O governo mineiro diz que fará economia com o novo complexo. Hoje, segundo a secretaria de Planejamento, o Estado aluga 59 imóveis em Belo Horizonte para abrigar diversas repartições. Com instalações próprias, estima-se que deixará de pagar R$ 30 milhões por ano com aluguéis. Além disso, serviços poderão ser unificados, como motoboys, refeitórios, motoristas e seguranças.

Quem não está muito convencida da conveniência do projeto é a oposição. “Essa construção é uma prioridade governamental, mas não é uma prioridade da sociedade mineira”, diz o deputado estadual Adelmo Leão, do PT. “O palácio de R$ 1,2 bilhão é bom para fazer marketing, só que o governo ainda tem muitos problemas: Minas não cumpre com o piso nacional dos professores, não faz concursos e permanece como um dos únicos Estados que não cumprem com o investimento mínimo obrigatório de 12% das receitas na saúde”, afirma.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Audiência Pública na ALMG

fonte: Servidores Administrativos da Educação












Servidores Administrativos da Educação participam de audiência pública na ALMG


No dia 27 de maio foi realizada, na Assembleia Legislativa, uma audiência Pública para tratar da situação caótica em que vivem os servidores administrativos de todo o Estado. Além dos servidores da Secretaria de Educação, estavam presentes também os administrativos da Polícia Civil, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros Militar e Defesa Social.


Sentados à mesa junto com os Deputados da Comissão de Administração Pública, representando a categoria dos Técnicos e Analistas de todo o Estado estavam Eduardo Sérgio, de Montes Claros, e Cleuza Maria, de Patos de Minas.

Estavam presentes os Deputados Almir Paraca, Domingos Sávio, Délio Malheiros e Neider Moreira, que se mostraram solidários aos servidores presentes, que lotaram o teatro da ALMG.

Cleuza e Eduardo colocaram todos os problemas enfrentados pelos servidores da Educação, inclusive as promessas não cumpridas pela Secretaria de Educação, além do descaso da mesma para com seus servidores. Evidenciaram ainda o Assédio Moral vivido hoje dentro das Superintendências Regionais de Ensino, e que estão sendo explorados por causa da falta de servidores para executar os serviços.


Cleuza disse que o Estado vem fazendo propaganda enganosa e que a equiparação com a SEPLAG foi a maior enganação: “Somente a SEPLAG entende que equiparar não é igualar”, finalizou.


Eduardo enfatizou que os servidores ali presentes buscam respostas concretas para os seus problemas: “Nosso salário não paga nem as necessidades básicas de nossas famílias”, desabafou. O servidor deixou claro ainda a indignação que todos os servidores da educação ali presentes sentiram com o total descaso da SEE, que não enviou sequer um representante para essa audiência.

Os dois foram aplaudidos de pé pelos presentes, que ficaram eufóricos com as colocações de Eduardo e Cleuza.

Então, abriram a fala para os servidores, e Carlos, de Campo Belo, aproveitou para colocar a situação dos ASE´s, ex-MinasCaixa, que trabalham nas Superintendências, e têm um salário inferior aos demais Técnicos.

Todas as falas foram muito aplaudidas, e os deputados, para demonstrar solidariedade, aprovaram, ao final da audiência, um requerimento para ser enviado à SEPLAG, cobrando o envio, à ALMG, de um projeto de reestruturação das carreiras, objeto de discussão na audiência. Colocaram ainda que levarão o requerimento pessoalmente à Drª Renata Vilhena.

Comissão entregará ao governo reivindicação de servidor administrativo



Os deputados da Comissão de Administração Pública da Assembleia Legislativa de Minas Gerais entregarão pessoalmente à secretária de Estado de Planejamento e Gestão, Renata Vilhena, as reivindicações de reestruturação das carreiras dos servidores administrativos efetivos do Estado. A decisão foi tomada em audiência pública realizada nesta quarta-feira (27/5/09), quando a comissão conheceu a situação salarial e funcional de técnicos, analistas e auxiliares lotados na Secretaria de Estado de Educação (SEE) e nas Polícias Militar e Civil, entre outros órgãos. O Teatro ficou lotado de servidores que fizeram desabafos emocionados e cobraram resposta imediata do governo às suas reivindicações.

O resultado da reunião foi a aprovação de requerimento para que a Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) encaminhe à ALMG projeto de reestruturação das carreiras. "Parece um gesto singelo, mas ele tem significado, pois demonstra que a comissão solicita, de maneira formal, o envio do projeto", esclareceu o deputado Domingos Sávio (PSDB). O deputado Almir Paraca (PT), que solicitou a audiência, disse estar confiante "de que estamos no caminho de uma solução". Isso porque, acrescentou ele, líderes da base do governo como Domingos Sávio e Neider Moreira (PPS) também defenderam mais atenção para os servidores das áreas-meio. "Sem a adesão da base do governo, nada se faz. É preciso concordância e negociação efetiva", disse Paraca.

Entre as reivindicações, destacam-se, no âmbito da Polícia Civil, a extensão de reajustes e benefícios aplicados aos policiais também para a área administrativa, bem como o aumento da jornada de trabalho de 30 para 40 horas semanais, com aumento salarial correspondente; e, no âmbito da SEE, reajuste salarial a fim de recompor os vencimentos a níveis de anos anteriores. Na audiência, a diretora da Central de Carreira e Remuneração da Seplag, Luciana Meireles, e o assessor Carlos Alberto Sícoli limitaram-se a enfatizar que existe a vontade política para buscar uma solução, mas há dificuldades técnicas. Eles se comprometeram, no início dos debates, a levar todas as reivindicações à secretaria.

Quem são - De acordo com a Seplag, os servidores administrativos são técnicos, analistas e auxiliares que trabalham em várias áreas do Estado, dando suporte aos servidores das atividades finalísticas. Na SEE, eles atuam, por exemplo, nas secretarias das escolas. Na Secretaria de Estado de Defesa Social, são os técnicos de informática, auxiliares administrativos, assessores jurídicos e contábeis, entre outros. Eles englobam profissionais dos níveis fundamental, médio e superior de escolaridade. Na SEE, seriam cerca de 20 mil pessoas e, na Polícia Civil, 800.

Servidores cobram mais atenção para área administrativa

A técnica em educação Cleuza Maria Rodrigues Borges, da Superintendência Regional de Ensino (SRE) de Patos de Minas (Alto Paranaíba), queixou-se dos baixos salários e afirmou que a estrutura de trabalho é precária, faltam servidores e não há respeito nas negociações com o governo. "Se a Secretaria de Educação tem um bom resultado, o mérito também é nosso. Há propaganda enganosa na mídia. A educação em Minas não é o que parece", criticou. Segundo ela, em 2002 um técnico recebia o equivalente a 3,3 salários mínimos. Hoje o vencimento não chega a 1,4 salário mínimo. Ela também questionou equiparação salarial efetuada pela Seplag que teria igualado profissionais com qualificação profissional diferente.

O vice-presidente do Sindicato dos Servidores da Polícia Civil (Sindpol), Denilson Martins, endossou as críticas. Segundo ele, haveria funcionários ganhando R$ 324,00 em Minas, valor inferior ao salário mínimo, de R$ 465,00. A situação salarial muito diferenciada entre os profissionais da área-meio e os da área-fim (os policiais) acaba criando um clima difícil no local de trabalho, na avaliação do sindicalista. "Não adianta querer que a cabeça melhore, se o corpo não está bem", ilustrou ele, questionando como o policial pode cumprir as metas e os resultados cobrados pelo governo, se o setor que o apoia não é valorizado.

O analista em educação Eduardo Sérgio Coelho, da SRE de Montes Claros (Norte de Minas), e os servidores que usaram a palavra também na fase de debates solicitaram a intermediação da Assembleia para a solução dos problemas da categoria. "Precisamos sentar à mesa em busca de uma solução prática e objetiva", cobrou. Em resposta, o presidente da comissão, deputado Délio Malheiros (PV), avaliou que a audiência desta quarta (27) pode ser considerada um momento importante de interlocução com o governo, ratificando o caráter justo das reivindicações.

Contraponto - Emocionados, muitos servidores disseram que têm vergonha de mostrar o contra-cheque para os filhos. "Não conseguimos entender quando o Governo do Estado fala que Minas avança", questionou o presidente da Comissão dos Servidores das Carreiras Administrativas da Polícia Civil, Francisco José Guimarães Filho. Um contraponto foi feito pelo deputado Neider Moreira, vice-líder do Governo, que elogiou as ações do Executivo nos últimos anos. Para ele, com o Estado saneado, será possível agora encontrar um "caminho administrativo viável" para valorizar os servidores das áreas-meio.

Também participou da reunião o superintendente de Planejamento, Gestão e Finanças da Polícia Civil, Davi Resende. Ele afirmou que "a causa é justa, mas a situação é complexa", e explicou que todas as reivindicações dos servidores já foram encaminhadas "à área administrativa superior do governo".

Correspondência - Na reunião, o gabinete do deputado Doutor Viana (DEM) encaminhou correspondência da Seplag, em resposta a ofício solicitando equiparação salarial para algumas carreiras da área da educação. A resposta do governo foi que o Estado não pode fixar data para a medida, sendo preciso aguardar a disponibilidade orçamentária e financeira.

Presenças - Deputados Délio Malheiros (PV), presidente; Neider Moreira (PPS), Domingos Sávio (PSDB) e Almir Paraca (PT). Também participaram da reunião a chefe da Seção de Pessoal Civil da Policia Militar, capitão Niulza Alvarenga Maciel; e a diretora de Recursos Humanos da Defensoria Pública, Carla Carvalho.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Outdoor BR 040

Superintendência Regional de Ensino de
Conselheiro Lafaiete

Outdoor situado na BR 040 - Conselheiro Lafaiete

terça-feira, 12 de maio de 2009

Servidores da Educação Estadual exigem aumento de salário e a instalação da Superintendência Regional de Ensino

fonte: UnaíNet

Unaí, 12 de maio de 2009 - Aconteceu na última sexta-feira em Unaí e em diversas cidades do estado de Minas Gerais, sedes de Superintendência Regional de Ensino (SRE), mais uma manifestação dos servidores administrativos da Secretaria de Educação em prol de melhores condições salariais e de trabalho. Desde março, os servidores tem se mobilizando, sempre no quinto dia útil do mês, para cobrar do governo de Minas um aumento no vencimento básico da categoria, muito defasada e sem reajuste há mais de nove anos. E o que é pior, para alguns servidores, o que houve foi uma redução do salário, com retirada de alguns benefícios. Abaixo, colocamos a contracheque de um Assistente Técnico Educacional (ATE) de nível médio, de janeiro de 2003 e outro de março de 2009, que demonstra a situação que vivemos

A este movimento, aderiram também os Assistentes Técnicos da Educação Básica das escolas estaduais, que também reivindicam melhorias salários e cumprimento do que lhes foi prometido há algum tempo, como equiparação aos ATEs e vale-alimentação.

Aqui em Unaí, um outro motivo pelo qual estamos manifestando, é pela imediata instalação da Superintendência Regional de Ensino em nossa cidade. A criação já ocorreu pela Lei 16.462 de 14/12/2006, e até agora ainda não se concretizou esta instalação por motivos meramente políticos. Então estamos mais uma vez conscientizando a população e pedindo as autoridades competentes, que deixem as divergências de lado e cheguem logo a um acordo para a instalação de mais este órgão, que trará inúmeros benefícios às escolas estaduais e, consequentemente a população.

Toda a luta da categoria por melhores condições salariais e de trabalho pode ser acompanhada via blog no endereço www.seemg.blogspot.com

Somente com a valorização profissional dos servidores da educação, com ou sem "crise", Minas continuará avançando. Não vivemos de “renda” e sim de “retalhos”.

Queremos um salário digno e justo. Educação é a salvação!

Servidores Públicos da Secretaria de Estado de Educação - SRE Paracatu – Núcleo Unaí/Assistentes Técnicos da Educação Básica das Escolas Estaduais de Unaí


Servidores da SRE fazem protesto

fonte: Portal Manhuaçu.com
por Douglas Otoni

Não faltou educação mais houve reivindicação! Os servidores da Superintendência Regional de Ensino protestaram no centro de Manhuaçu, na tarde dessa sexta-feira.

O motivo da revolta é o longo período de nove anos sem reajuste salarial. Segundo os próprios servidores, o salário recebido pelos profissionais de nível médio era de R$2.000,00 correspondente a 3,3 salários mínimos, hoje, no entanto, não passa de 1,5 salários mínimos.

Diante de tal situação muitos servidores pediram exoneração do cargo, com isso o acumulo de serviço aumenta e a qualidade do atendimento cai significadamente.

Defasagem de salários gera protestos na SRE


FABRICIANO – Na última sexta-feira (8), por duas horas, os funcionários da 9ª Superintendência Regional de Ensino (SRE), em Coronel Fabriciano, cruzaram os braços para protestar contra a defasagem salarial. Funcionários de todas as SREs decidiram lançar um movimento para pressionar o governo estadual a rever sua política salarial.

Os funcionários das Superintendências de Ensino reivindicam melhorias de salário e de condições de trabalho. A categoria alega que está há cerca de dez anos “sem diálogo” com a Secretaria de Estado de Educação. Para chamar a atenção do governo para a situação, foram programadas várias mobilizações, como a da semana passada, a segunda desde o início do movimento.

A representante da 9ª SRE no Sindicato dos Servidores Públicos de Minas Gerais (Sindpúblicos-MG), Clemilde Carvalho, informou que apenas 40% dos cerca de 90 funcionários da sede de Fabriciano aderiram ao movimento. Ela disse que estão sendo planejadas outras ações. “Desde abril, todo o dia 5, quando sai o pagamento, paramos o trabalho por duas horas como forma de protesto. No mês que vem vamos parar um dia inteiro e acontecerá uma manifestação em Belo Horizonte”, adiantou.

Salários
Um documento intitulado “Manifesto dos servidores administrativos da Educação Estadual” relata que, desde 2002, os funcionários das SREs não recebem aumento salarial. Em maio de 2002, o salário de assistente técnico educacional era de R$ 660, e hoje a remuneração é de R$ 694,70. Já os analistas educacionais recebiam R$ 1 mil e agora ganham apenas R$ 200 a mais. Na época, o salário mínimo era de R$ 200.

“Isso significa que os técnicos ganhavam o correspondente a 3,3 salários, e hoje eles ganham 1,4 salário. Já os analistas, que recebiam o equivalente a cinco salários mínimos, agora só ganham 2,58 salários”, frisou a sindicalista.

Estrutura
Além da disparidade salarial, Clemilde aponta a “falta de condições de trabalho” como outro problema enfrentado pela classe. “Faltam materiais, computador, enfim, trabalhamos com poucas condições. Queremos também incentivo para poder estudar mais e conseguir moradia”, detalhou a representante do Sindpúblicos no Vale do Aço.

As mobilizações no Estado começaram em 2007, sem sucesso. Até hoje não houve nenhuma negociação com a Secretaria de Educação. Clemilde Carvalho informou que em fevereiro de 2008, a Subsecretaria de Recursos Humanos prometeu aumentar o salário dos técnicos para R$ 1.200 e o dos analistas para R$ 1.800. “Mas isso foi só para esfriar as manifestações que estavam acontecendo. Depois, alegaram que era culpa da crise. Não tivemos nenhuma resposta concreta”, criticou Clemilde.

domingo, 10 de maio de 2009

Feliz dia das Mães
Professora Vanessa Guimarães Pinto

São os votos dos órfãos da
Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais


Gostaríamos de lhe comprar
um presente, mas
"o salário ó..."